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Mostrando postagens de outubro, 2018
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fonte: google imagens 26 out 2018 "Parecia um sonho, hoje são apenas lembranças da rua em que vivi a minha bela e feliz infância. Amarelinha, esconde esconde, sete pedras ou as conversas até o anoitecer, a rua ainda existe mas o que era bom, ahh...vive no passado a se esconder!"                                                                                           Alexsandra Santos 8 s Esse blog vem com a intenção de trazer informações pesquisadas sobre a rua onde cresci e faz parte da história de muitas pessoas que moraram ou ainda moram no bairro. Hoje como estudante de Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia, cursando a disciplina Referenciais Teórico-metodológicos do Ensino de História no Ensino Fundamental, sob a orient...
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Entrevista Gisélia Santos (61 anos) “Quando cheguei aqui era tudo mato em mais ou menos 1958 ou 1959, toda região era de Joventino, essa parte da rua era de tio Pedro. Não tinha luz a luz que tinha era de candeeiro. A luz quando começou a chegar veio primeiro pelo Rio Vermelho, Pituba, os vivinhos chamavam pai pra botar uma madeira em forma de uma cruz, fazia um buraco e ali colocava a madeira e puxava a luz pra dentro de casa, ninguém pagava luz. A água pegava da fonte, quando inaugurou a chegada da água fizeram um palanque no largo do Teodoro e eu abri a torneira na época da inauguração, a empresa se chamava Saer. A empresa de telefone era Tebasa, era aqueles telefones preto, seu pai viajava para as empresas e montava a central de telefone, a empresa era a Ericson do Brasil. Aqui na rua se chamava Alto do Cruzeiro por que tinha uma cruz na rua que no dia de finados vinha um padre celebrar a missa de finados, tinha também um chafariz na rua. Lá pra cima era Alto dos coqueiro...